domingo, 22 de abril de 2012




Guapê
Nome Científico: Syzygium cumini
Sinonímia: Eugenia jambolana Lam. ou Syzygium jambolanum DC
Nome Popular: O jamelão, jambolão, jalão, joão-bolão, manjelão, azeitona-preta, baga-de-freira, brinco-de-viúva ou guapê. 
Família: Myrtaceae
Origem: Índia
 
São árvores que podem chegar até dez metros de altura. Possuem frutos pequenos e arroxeados quando maduros. A coloração dos frutos provoca manchas nas mãostecidoscalçados e pinturas de veículos, tornando a planta pouco indicada para o preenchimento de espaços públicos.
O fruto possui uma semente única e grande, quando comparada com o tamanho do fruto, envolta por uma polpa carnosa. Apesar de sabor um pouco adstringente, é agradável ao paladar. Na Índia, além de ser consumido in natura, é usado na confecção de doces e tortas.
Na Região Nordeste do Brasil, é conhecida como "azeitona-preta". Nessa região, a planta adaptou-se tão bem que se tornou espécie subespontânea, sendo chamada de "brinco-de-viúva". Também é comum no litoral paranaense, onde recebe o nome de "guapê".
Apesar de as árvores desta espécie serem abundantemente usadas em arborização urbana, os jamelões são pouco comercializados, em decorrência de sua alta perecibilidade. Os jamelões costumam deixar as calçadas manchadas de roxo devido à queda dos frutos maduros.


FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jamel%C3%A3o



 Aqui a imagem de uma árvore Flamboyant caída e podada pela prefeitura. Quando caiu, quiseram retirá-la dali porém a Secretária do Meio Ambiente, Adelina Janina Silveira, não permitiu.






Flamboyant

A Delonix regia (anteriormente, Poinciana regia Boj.), também conhecida por flor-do-paraíso,pau-rosa, flamboyant, flamboiaiã, flamboaiã e acácia-rubra, é uma árvore da família das leguminosas (Fabaceae). É nativa da ilha de Madagáscar e da África tropical.
Descrição

Embora esteja ameaçada de extinção no estado selvagem, é muito cultivada pelo seu valor ornamental. Adaptou-se muito bem em toda a América tropical, sendo muito popularizada nas ilhas do Caribe. No Brasil, é usada na arborização de ruas e praças.
            Apesar de ser muito ornamental devido às suas belíssimas flores, seu uso na arborização urbanafica recomendado apenas a parques e grandes espaços, devido à sua altura média de 7 a 10 m e a suas raízes muito superficiais e danosas, que destroem as calçadas ao seu redor. Uma boa opção é plantar a Caesalpinia pulcherrima, que é semelhante ao flamboaiã porém com porte menor e sem o problema das raízes.
            Suas folhas são caducifólias, medem em média 30 a 60 cm de comprimento, são pecioladas (haste) e revestidas por pelos finos e curtos, recompostas com folíolos pequenos medindo de 1 a 1,5 cm de comprimento e caducos (decíduos). A sua copa tem um formato largo (oblongo) e seu crescimento é relativamente rápido. Suas flores são majestosas e de cor vermelha-alaranjada ou amarelas. Cada flor possui 5 pétalas, sendo uma delas maior, com face superior rajada de vermelho ou laranjando sobre um fundo branco com bordas avermelhas, e 5 sépalas. A época de floração é de outubro a dezembro. O seu fruto é do tipo vagem, conhecido também como legume. De coloração castanho-escura, possui tamanho avantajado e permanece na árvore por mais de seis meses. A semente é dura, alongada, com 1,70 cm de comprimento em média (nunca mais de 2 cm).



FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Delonix_regia






Sombreiro

           Sombreiro (Clitorea racemosa; Fabaceae) é uma árvore nativa do norte do Brasil. Ela é conhecida popularmente por esse nome devido ao enorme tamanho e espessura de sua copa. A floração lilás-claro dessa árvore é muito pouco observada em meio à sua densa folhagem. O Sombreiro é muito utilizado na arborização de estradas.


FONTE: http://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81rvore-do-para%C3%ADso




Aroeira

Aroeira ou arrueira é o nome popular de várias espécies de árvores da família Anacardiaceae.
Destacam-se entre elas:
Astronium fraxinifolium Schott & Spreng. - aroeira-do-campo, aroeira-vermelha, gonçalo-alves, nativa dos cerrados do Brasil central.
Lithraea molleoides (Vell) Engl. - aroeira-branca, aroeira-brava, aroeira-do-brejo, aroeira-da-capoeira, bugreiro, nativa de várias formações do sul e sudeste do Brasil.
Myracrodruon urundeuva Allemao (ex- Astronium juglandifolium Griseb., Astronium urundeuva(Fr. All.) Engl.) - aroeira-do-campo, aroeira-da-serra, urundeúva, nativa da caatinga e do cerrado, desde o Ceará até o Paraná. Espécie ameaçada.
Aroeira-salsa, aroeira, aroeira-mole, fruto-de-sabiá, nativa dos campos de altitude do sul do Brasil.
Schinus terebinthifolius Raddi - aroeira-mansa, aroeira-vermelha, aroeira-precoce, aroeira-pimenteira, aroeira-do-sertão, nativa de várias formações vegetais do nordeste, centro-oeste, sudeste e sul do Brasil. Muito apreciada na culinária francesa, onde é conhecida como poivre-rose, a pimenta rosa.
Pistacia lentiscus L. – Espécie de Portugal, conhecida como aroeira ou lentisco.

Descrição

Árvore pequena. Ramos folhosos, mais ou menos embustecidos. Folhas compostas, imparipenadas. Frutos globulosos, avermelhados, pequenos.

Uso medicinal

Devido aos efeitos adstringentes, as cascas são contra diarréia e as hemoptises. Dose: 100 gramas para 1 litro de água. Pode adoçar-se com açúcar. Tomam-se 3 a 4 colheres, das de sopa ao dia. Usa-se também contra a ciática, a gota e o reumatismo. Prepara-se um cozimento na proporção de 25 gramas de cascas para um litro de água. Toma-se diariamente um banho de 15 minutos, tão quente como se possa suportar.


FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aroeira



PlantaSonya - Palmeira-jerivá – (Syagrus romanzoffiana)

         Também é chamado de baba-de-boi, coco catarro, coqueiro, coqueiro-gerivá, gerivá, coquinho, coquinho-de-cachorro ou jeribá.

         O Jerivá é uma palmeira nativa da Mata Atlântica no Brasil, mas que pode ser encontrada em diferentes tipos de florestas, como restinga, floresta ombrófila densa, floresta estacional semidecidual, mata ciliar, mata paludosa, floresta estacional decidual, cerrado.
         É uma planta perene, com um crescimento moderado, e uma altura média de 10 a 12 m (chegando a ter mais de 15 metros), alguns exemplares chegam a ter um tronco com mais de 60 centímetros de diâmetro.
         As folhas são grandes, cor verde intenso com até 4 m de comprimento, compostas e pinadas. Sua inflorescência é um cacho comprido, com mais de 1 m, bastante ramificado, com forma pendente, produzindo pequenos frutos globosos amarelos e que são apreciados pelos animais selvagens, o que ajudam assim na disseminação da espécie.
         É da família Palmae, a fruta, amarela, que é ovalada, não passa de 3 cm na sua parte maior, tanto que são cerca de 100 unidades por quilo, chegando à produzir cerca de 140 kg. A parte externa, carnosa, é composta de uma mucilagem adocicada muito apreciada por alguns animais, como papagaios e maritacas e esquilos-caxinguelê, ou mesmo por cachorros e pelos humanos, principalmente a criançada, sendo uma lembrança comum aos interioranos a quebra destes coquinhos batendo com pedras, para alcançar as suas amêndoas. Floresce e frutifica em diferentes meses do ano, dependendo da região em que se encontra. Internamente possui uma pequena castanha bem parecida com a do coco-da-Bahia. A semente germina em cerca de 100 a 150 dias, tendo um potencial de germinação de 50 a 79%. A folha tem a forma perenifólia e é usada como ração para o gado. A árvore fornece também o palmito para alimentação humana.
         A madeira é muito usada nas construções rurais como por exemplo o madeiramento de telhados, é utilizado para paisagismo ornamental e também para fazer reflorestamentos em áreas degradadas, preservação permanente, plantios mistos. Possui grande resistência no transplante, mesmo quando adulta. Pode ser encontrado em vários estados do Brasil, como:Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.
         O florescimento ocorre ao longo de todo o ano, mais frequente na primavera até o final do verão.
         Aprecia sol, solo rico em matéria orgânica e levemente úmido, sendo recomendado para cultivo em zonas úmidas.
         Muito decorativa, tem sido empregue com bastante intensidade em jardins, ruas e avenidas.






Palmeiras Areca

Nome Científico: Dypsis lutescens
Sinonímia: Chrysalidocarpus lutescens, Areca lutescens, Chrysalidocarpus glaucescens, Chrysalidocarpus baronii, Hyophorbe indica
Nome Popular: Palmeira-areca, areca, areca-bambú
Família: Arecaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Madagascar
Ciclo de Vida: Perene
A palmeira-areca é umas das palmeiras mais populares do mundo, tanto no jardim quanto na decoração de interiores. De estipes múltiplos, chega a ser muito entouceirada. Os estipes são elegantes, anelados, com bainhas de coloração verde-esbranquiçada a amarelada. As folhas são grandes, verdes, recurvadas, compostas por 20 a 50 pares de folíolos, com pecíolos e ráquis amarelados. As inflorescências são ramificadas, com numerosas e pequenas flores de cor branco-creme, perfumadas. Os frutos são verde-amarelados e tornam-se arroxeados quando maduros.
            Em comparação com outras palmeiras, a areca-bambú apresenta rápido crescimento. Ela pode ser conduzida de duas formas: com porte arbustivo (com muitos caules - atinge até 3 metros) ou arbóreo (com poucos caules - atinge até 9 metros). O porte arbustivo é natural, isto é, não é necessário nenhum tipo de manejo para que a planta fique entouceirada. Já o porte arbóreo, é conseguido através da poda dos estipes excedentes pela base. Esta poda deve ser realizada continuamente, sempre que surgirem novas brotações, para que os estipes selecionados ganhem vigor e se sobressaiam.
            Esta palmeira ainda é mais versátil do que se imagina, podendo ser amplamente utilizada no paisagismo tropical, seja isolada, em cercas vivas, grupos ou até mesmo envasada, em pátios e ambientes internos. Apesar de tolerar o sol pleno e crescer muito nestas condições, ela fica com as folhas amareladas, com as pontas queimadas. Suas folhas ficam mais vistosas e bonitas sob meia sombra ou luz difusa. Plantas envasadas que permanecem muitos meses em interiores devem receber um período de descanso em ambientes externos à meia-sombra para retomarem o vigor.
            Deve ser cultivada sob pleno sol, meia-sombra ou sob luz difusa em solo fértil, leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Tolerante a transplantes e ao frio leve. Aprecia umidade do ar elevada, e por este motivo não deve ser utilizada em ambientes com ar-condicionado. As adubações mensais restringem-se à primavera, verão e outono. Multiplica-se por sementes que germinam em 2 a 6 meses e por divisão das touceiras enraizadas.



FONTE: http://www.jardineiro.net/br/banco/dypsis_lutescens.php


Pinheiro-de-natal, Araucária-excelsa
Hábito: Árvores
Nome Popular: Pinheiro-de-natal, Araucária-excelsa
Nome Científico: Araucaria columnaris (Forst.) Hook.
Detalhes: Família Araucariaceae 
Origem: Ilha da Nova Caledônia - Oceania.
Características gerais: Apresenta tronco geralmente inclinado. A copa é colunar e estreita. As folhas juvenis são lanceoladas, agudas e pungentes. As adultas são ovadas e medem de 5 a 6 mm de comprimento.